Laboratório Nacional
de Luz Síncrotron

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Expansão

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LINHA DO TEMPO

2009

Reestruturação do LNLS e dos centros de pesquisa a ele vinculados. O campus assume o nome de Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), sob gestão da ABTLuS.

2010

Após concurso interno, o projeto LNLS-2 é renomeado Sirius, a estrela mais brilhante do céu noturno.

2011

Juntamente com investimentos na modernização das linhas de luz, tem início a construção de um novo prédio administrativo do LNLS, no campus do CNPEM, anexo ao prédio da fonte de luz síncrotron, o que facilitou o acesso dos funcionários e usuários às instalações.

2014

São concluídas as obras de terraplanagem e o projeto executivo das edificações do Sirius e no dia 19 de dezembro, há o lançamento da pedra fundamental.


HISTÓRIA

2009

Reestruturação do LNLS e dos centros de pesquisa a ele vinculados. O campus assume o nome de Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), sob gestão da ABTLuS. O centro passa então a comportar três Laboratórios Nacionais: o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), o Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (sendo mantida a sigla CTBE) e o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), nova denominação do CeBiME. O C2NANO, por sua vez, continua como centro vinculado ao LNLS.
 
Com a mudança o CNPEM para a ter um novo diretor geral, e cada um dos laboratórios nacionais passa a ter seu próprio diretor. No LNLS assume como diretor Antônio José Roque.

Em fevereiro e agosto, foram realizados dois Workshops com usuários para se debater características da nova Fonte de Luz Síncrotron. É definida a energia dos elétrons em 3 GeV, e alguns dos parâmetros básicos essenciais para o desenvolvimento do primeiro projeto básico da nova Fonte.

2010

Após concurso interno, o projeto LNLS-2 é renomeado Sirius, a estrela mais brilhante do céu noturno. Há avanços nas definições do projeto e se inicia a busca por uma área apropriada para obras civis necessárias à instalação da nova fonte de luz.

2011

Juntamente com investimentos na modernização das linhas de luz, tem início a construção de um novo prédio administrativo do LNLS, no campus do CNPEM, anexo ao prédio da fonte de luz síncrotron, o que facilitou o acesso dos funcionários e usuários às instalações.
 

Neste ano há ainda o comissionamento da linha de luz PGM.

Nesse mesmo ano, a partir de três unidades anteriormente vinculadas ao LNLS através do C2NANO – o Laboratório de Microscopia Eletrônica (LME), o Laboratório de Microscopia de Tunelamento e Força Atômica (MTA) e o Laboratório de Microfabricação (LMF) – é criado o Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano) que passa a fazer parte do CNPEM. No ano seguinte, a Organização Social ABTLuS muda de nome para CNPEM, refletindo a reestruturação do centro iniciada anos antes.

2012

O primeiro projeto do Sirius é apresentado ao comitê internacional de especialistas, que recomenda um equipamento mais ousado. O Sirius é redesenhado e o projeto indica a possibilidade de se chegar à menor emitância do mundo em sua classe de energia.

É concluído o comissionamento da linha de luz IMX, focada na tomografia de raios-X com resolução milimétrica, e no ano seguinte a linha é aberta ao público.

2013

Uma extensão do terreno adjacente ao CNPEM é desapropriada pelo Governo do Estado de São Paulo para construção do Sirius.

Conclui-se o comissionamento da linha XDS, baseada no terceiro dispositivo de inserção da fonte de luz síncrotron, um Wiggler Supercondutor. A linha é aberta aos usuários no segundo semestre.

2014

Ainda, conclui-se as obras de terraplanagem e o projeto executivo das edificações do Sirius.

No dia 19 de dezembro, há o lançamento da pedra fundamental, com obras civis previstas para durar 40 meses.

É comissionada uma nova instalação de linha de luz no UVX, a linha de luz IR, dedicada espectroscopia no infravermelho.

2015

Ao final do ano, são completados quase 20% das obras do Sirius.