Laboratório Nacional
de Luz Síncrotron

English

PROJETO E CONSTRUÇÃO: DE 1985 A 1996

VOLTAR

A primeira Fonte de Luz Síncrotron brasileira e do hemisfério sul começa a ser projetada em 1987 e é inaugurada 10 anos depois, em 1997. Saiba, abaixo, mais sobre a história do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron no período de 1985 até 1996.

 

< CONCEPÇÃO: DE 1980 A 1984

 

INAUGURAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO: DE 1997 A 2008 >

LINHA DO TEMPO

1985

Em fevereiro, a cidade de Campinas é escolhida para sediar o laboratório.

1986

Em setembro, juntamente com a nomeação de Cylon Gonçalves da Silva como diretor do Laboratório, o LNRS muda de nome para Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS).

1989

Em dezembro conclui-se a construção do acelerador linear, ou Linac, que emite o primeiro feixe de elétrons.

1990

Uma área de 38 hectares, localizada no Polo de Alta Tecnologia de Campinas, é cedida pelo estado de São Paulo para a construção da sede definitiva.

1992

É concluída a montagem da primeira linha de luz síncrotron, para radiação na região do ultravioleta (a futura linha de luz TGM).

1995

Em outubro, a construção do Prédio do Anel é concluída e a equipe do LNLS começa a se transferir para o local para o início da instalação do síncrotron.

1996

Em maio acontece a primeira volta de elétrons no anel de armazenamento e em outubro é observada pela primeira vez a luz síncrotron em uma das Linhas de Luz.


HISTÓRIA

1985

Em janeiro, quatro pesquisadores são enviados ao Stanford Synchrotron Radiation Laboratory (SSRL) da Universidade de Stanford, nos EUA, para o desenvolvimento dos projetos conceituais para o acelerador injetor (booster) e para o anel de armazenamento, voltando com a proposta de uma máquina de 2 GeV (giga eletronvolt), que por dificuldades financeiras e técnicas viria a ser reduzida para 1.15 GeV.

 

Em fevereiro, a cidade de Campinas é escolhida para sediar o laboratório.

1986

Em setembro, juntamente com a nomeação de Cylon Gonçalves da Silva como diretor do Laboratório, o LNRS muda de nome para Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS).

 

A implantação do LNLS começa em uma casa alugada em Campinas, no interior de São Paulo, com 26 membros – entre físicos, engenheiros e técnicos. Algum tempo depois, são transferidos para um galpão industrial adquirido pelo CNPq.

1989

O projeto original é revisado. Em dezembro conclui-se a construção de uma parte importante da máquina: o acelerador linear, ou Linac, que emite o primeiro feixe de elétrons.

1990

Uma área de 38 hectares, localizada no Polo de Alta Tecnologia de Campinas, é cedida pelo estado de São Paulo para a construção da sede definitiva.

 

Em dezembro daquele ano, antes mesmo da construção da máquina, acontece a primeira Reunião (então Workshop) Anual de Usuários do LNLS, com o objetivo de discutir as características e prioridades das futuras linhas de luz. Na reunião, são apresentados os projetos preliminares das linhas de luz e estações experimentais.

1992

Apesar da instabilidade econômica do início da década de 1990 levar ao atraso do projeto, é concluída a montagem da primeira linha de luz síncrotron, para radiação na região do ultravioleta (a futura linha de luz TGM). A linha é instalada para testes no Center for Advanced Microstructures and Devices, da Lousiana State University, nos EUA.

1995

Em outubro, a construção do Prédio do Anel é concluída e a equipe do LNLS começa a se transferir para o local para o início da instalação do sincrotron.

 

Em novembro acontece a primeira Reunião Anual de Usuários realizada no campus definitivo. Nessa reunião, é anunciado que graças à alta qualidade dos magnetos produzidos pela equipe do LNLS, a energia dos elétrons seria elevada de 1,15 GeV para 1,37 GeV, aumentando o fluxo da radiação síncrotron produzida.

1996

Em maio acontece a primeira volta de elétrons no anel de armazenamento e no segundo semestre as primeiras linhas de luz começam a ser instaladas. Em outubro, é observada pela primeira vez a luz síncrotron em uma das Linhas de Luz.