Laboratório Nacional
de Luz Síncrotron

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EVOLUÇÃO DO PROJETO

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A nova fonte de luz síncrotron é o resultado de um processo de expansão da atividade científica e tecnológica no Brasil, para o qual há a inegável contribuição do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS). A definição atual do projeto Sirius é fruto de um processo contínuo de transformação e amadurecimento, ao longo do qual houveram diversos marcos importantes.

LINHA DO TEMPO

2003

É apresentada pela primeira vez, durante a 13ª Reunião Anual de Usuários (RAU), a necessidade de iniciar os estudos sobre uma nova fonte de luz síncrotron.

2006

Recomendação no Plano Diretor 2006-2009 da ABTLuS (antigo nome do CNPEM) para o inicío dos estudos de um novo anel de armazenamento de baixa emitância para o LNLS.

2008

Primeira pré-proposta conceitual de um novo síncrotron é entregue ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

2009

São realizados dois workshops com usuários para debater as características do novo síncrotron.

2010

É iniciada a busca por uma área apropriada para a instalação da nova fonte.

2011

Comitê Científico Internacional do LNLS recomenda a criação de um comitê internacional para avaliação e acompanhamento do projeto Sirius.

2012

Primeira avaliação completa do projeto Sirius é feita pelo MAC que recomenda a redução da sua emitância. O LNLS redesenha a máquina e propõe uma emitância de apenas 0,28 nm.rad, a menor já planejada para um sincrotron com energia de 3 GeV.

2013

Aquisição da área de 150.000 m², desapropriada pelo Governo do Estado de São Paulo, e início da terraplanagem do terreno.

2014

Fim da terraplanagem do terreno, assinatura do contrato com a construtora e lançamento da pedra fundamental da obra.

2015

Início efetivo das obras das edificações para a nova fonte de luz. Ao final do ano, quase 20 por cento das obras civis estavam completas.


HISTÓRIA DO PROJETO

É apresentada pela primeira vez, durante a 13ª Reunião Anual de Usuários (RAU), a necessidade de iniciar os estudos sobre uma nova fonte de luz síncrotron.

2003

Recomendação no Plano Diretor 2006-2009 da ABTLuS (antigo nome do CNPEM) da criação de uma força-tarefa para iniciar os estudos de um novo anel de armazenamento de baixa emitância para o LNLS.

2006

Primeira pré-proposta conceitual de um novo síncrotron é entregue ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O governo aprova a continuidade desses estudos e direciona R$ 2 milhões em recursos para o projeto, valor liberado em 2009.

2008

São realizados dois workshops com usuários para debater as características do novo síncrotron. São definidos a energia dos elétrons (de 3 GeV) e alguns parâmetros essenciais para o desenvolvimento do projeto básico da nova fonte.

2009

Projeto é apresentado na IPAC10 (International Particle Accelerator Conference), em Kyoto, Japão, já com o nome de Sirius. No mesmo ano é iniciada a busca por uma área apropriada para a instalação da nova fonte.

2010

Comitê Científico Internacional do LNLS registra a necessidade da construção de um novo síncrotron e recomenda a criação de um comitê internacional (Machine Advisory Committee, MAC) para avaliação e acompanhamento do projeto Sirius. No mesmo ano, a iniciativa “Construção de uma Fonte de Luz Síncrotron de 3ª geração” é incorporada ao Plano Plurianual 2012-2015 do Governo Federal, e já em 2012, é inclusa na Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação 2012-2015 e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

2011

Primeira revisão completa do projeto Sirius é feita pelo MAC. Classificado como síncrotron de 3ª geração, Sirius tem sua rede magnética muito bem avaliada. No entanto o comitê recomenda a redução da sua emitância (de 1,7 para menos de 1 nm.rad). Em pouco tempo o LNLS redesenha a máquina e propõe uma emitância de apenas 0,28 nm.rad, a menor já planejada para um sincrotron com energia de 3 GeV. Com isso, Sirius passa a ser considerado pioneiro entre os síncrotrons de 4ª geração, ao lado da fonte sueca MAX-IV. O aperfeiçoamento demanda revisões nos projetos da rede magnética, dos componentes da fonte, do prédio e das suas estações experimentais.

2012

Aquisição da área de 150.000 m² dentro do Polo II de Alta Tecnologia de Campinas para instalação do Sirius, declarado de utilidade pública para fins de desapropriação pelo Governo do Estado de São Paulo. Se dá início à terraplanagem do terreno.

2013

Fim da terraplanagem do terreno, assinatura do contrato com a construtora e lançamento da pedra fundamental da obra.

2014

Início efetivo das obras das edificações para a nova fonte de luz. Ao final do ano, quase 20 por cento das obras civis estavam completas.

2015