As linhas de luz do Sirius, que levam o nome da fauna e da flora brasileiras, foram projetadas para abrigar instrumentação científica avançada, adequada para solucionar as áreas estratégicas para o desenvolvimento brasileiro. Sirius poderá abrigar até 38 linhas de luz, seis das quais têm entre 100 e 150 metros de comprimento, estendendo-se para fora do hall experimental do edifício. Inicialmente, um conjunto de 14 linhas de luz cobrirão uma ampla variedade de programas científicos. Dessas, dez linhas de luz já foram entregues e estão abertas para a comunidade científica e industrial. Outras linhas de luz estão em diferentes fases de projeto, montagem ou comissionamento.
As pesquisas realizadas nas linhas de luz são viabilizadas por meio de experimentos. Cada linha pode conduzir diferentes experimentos, adequados para diferentes interesses ao redor da técnica principal da linha de luz. Na página Informações para Usuários é possível navegar por um painel que permite descobrir todos os experimentos disponíveis por meio dos parâmetros que definem cada um, além de entender o grau de maturidade fornecido pelo Experimental Validation Level (EVL). Para saber mais como funciona a metodologia de avaliação dos experimentos pelo EVL, clique aqui.
A equipe do LNLS e do CNPEM tem trabalhado do continuamente para construir novas linhas de luz e disponibilizar novos experimentos no Sirius, assim como aprimorar a estrutura já existente. Abaixo são apresentadas as informações técnicas e o status de cada uma das linhas de luz e de outras instalações oferecidas.
Abaixo são apresentadas as informações técnicas e o status de cada uma das linhas de luz e de outras instalações que fazem parte da fonte de luz síncrotron Sirius.